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Seguro Auto

Saiba quais cuidados devem ser tomados na contratação de “seguros ilegais”, como associações e cooperativas com fórmulas “milagrosas” na hora de contratar o seu seguro auto.

Este alerta vem da própria Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão do Governo Federal.

Ela aponta que associações e cooperativas utilizam de nomes como ‘proteção veicular’ ou ‘proteção patrimonial’ para venderem seguros ilegalmente.

Além de se configurar como crime, esse tipo de prática ainda lesa inúmeros usuários que podem pagar quantias acima das praticadas pelo mercado, sem nenhum tipo de garantia. O próprio site da Susep (http://www.susep.gov.br) mostra a lista das seguradoras que estão permitidas a atuarem com seguros. Lá também está descrito as condições gerais a serem praticadas.

A própria Susep é quem define as regras das seguradoras e aponta que cooperativas e associações não estão habilitadas a praticar esta modalidade. Para que um grupo de pessoas possa tornar o seguro auto coletivo legal, é preciso que haja a intermediação de profissionais habilitados na área, ou seja, obter apólice junto á seguradora reconhecida pelo órgão regulador.

Seguro auto pode ser o diferencial para seu veículo, mas a compra ilegal às associações e coopetativas, vai gerar transtorno.

O seguro auto é cada vez mais necessário na vida dos brasileiros. Ele faz com que imprevistos como  furtos, acidentes, perdas e danos possam ser cobertos por uma seguradora mediante contratação de uma apólice de seguro.

O seguro auto está entre as modalidades mais procuradas. Pudera: nos últimos três anos mais de 1,5 milhão de veículos foram roubados ou furtados no país, isso sem contar o número de acidentes.

Segundo dados da Seguradora Líder, responsável pelo DPVAT, em 2014  cerca de 500 mil veículos acionaram os seus seguros. Se formos analisar a frota de 50 milhões de automóveis circulando no país, isto representa que os seguros foram pagos na proportcao de 1 para cada 100 veículos.

É importante frisar os benefícios que um seguro oferece para seu automóvel, a principal delas é a assistência da seguradora em questões como serviços de guincho e troca de peneu, recarga da bateria, motorista amigo, socorro mecanico e eletrico emergencial no local do evento, chaveiro. A cultura do ‘se eu me cuidar, nada vai acontecer’ parece estar cada vez menos presente na cabeça dos brasileiros, o que acontece devido a uma parcela considerável dos proprietários acionarem o seguro quando o problema é ocasionado por terceiros, como acidentes nas vias.

Considerando um seguro auto que custe em média R$ 2 mil, são R$ 167 mensais que serão destinados à seguradora. Parece muito? Pois bem. Que o seu carro popular custe R$ 36 mil, seriam necessários 18 anos pagando a seguradora para atingir o mesmo valor, considerando o reajuste inflacionário, ou seja, por quase duas décadas você terá segurança caso perca o seu patrimônio. Caso não tenha um seguro auto, em caso de perda total ou roubo, precisará investir num novo automóvel. Por isso, essa modalidade vem crescendo e se consolidando no país.

Procure sempre quem entende e é habilitado no assunto.

Para que nenhum problema possa vir a tirar seu sono, sempre confie em quem há tempos trabalha no mercado de seguro auto. Assim, seu patrimônio estará protegido como o de milhões de brasileiros. O imprevisto nunca avisa antes de chegar, por isso é bom prevenir para não ter que gastar mais do que deveria para recuperar seu veículo – ou até mesmo comprar um novo.

Roubo de Veículos

Cerca de dois milhões de veículos foram roubados ou furtados nos últimos cinco anos. Confira os números.

Mais de um milhão de roubos e furtos de veículos entre 2014 e 2015. Este dado alarmante foi divulgado pelo Anuário Brasileiro da Segurança Pública no ano passado e mostra uma realidade assustadora se comparada à atual frota do país – cerca de 50 milhões de veículos. Ou seja: um a cada 50 veículos do Brasil corre o risco de ser roubados ou furtados, ou seja, a cada minuto um carro é furtado no Brasil.

Utilizando os dados dos anos de 2012 a 2016, podemos compreender melhor esse ‘mapa’ de roubos e furtos de veículos no país. Em 2012 o número de veículos roubados, segundo reportagem da revista Época, foi bem menor que nos períodos recentes: 233 mil, considerando apenas os carros. O destaque foi para os modelos: o Gol, da Volkswagen, liderou a lista com 39 mil unidades, com mais que o dobro para o segundo colocado, Fiat Uno, que foi roubado ou furtado 18 mil vezes.

A Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg) mostra que em 2013 foram 476 mil carros expropriados dos seus proprietários. O Gol continuou sendo o principal veículo ‘desejado’ por ladrões. O relatório da CNSeg também trouxe outro dado comparativo, a região Sudeste sendo a região com maior incidência de veículos roubados ou furtados.

A partir de 2014 o cenário começou a tomar os números que alertamos no início do texto. Foram 513 mil veículos roubados em todo o território nacional. Furtos e roubos neste período apresentam números muito próximos: foram 242 mil unidades roubadas frente a 267 mil furtadas. Isto mostra algo perigoso, em quase metade dos casos houve a participação da vítima durante a cena do crime.

Já em 2015, o número de veículos roubados e furtados foi levemente inferior ao de 2014, mas ainda assim preocupante: 509 mil automóveis caíram nas mãos dos criminosos, o que representa 562,4 unidades para cada 100 mil em todo o país. Manaus liderou a estatística entre as capitais do país. Só no estado de São Paulo um quinto do total de roubos e furtos foi registrado.

No último ano de referência, 2016, sem dados consolidados, mas utilizando a amostragem da Superintendência de Seguros Privados (Susep), do Governo Federal, é possível ver que o número ultrapassou novamente a casa do meio de milhão de veículos roubados ou furtados.

 

Soluções

Mesmo que os dados da Segurança Pública apontem que em quase todas as regiões, mais da metade dos veículos roubados ou furtados são recuperados, isto ainda mostra que há muito a se avançar. Por exemplo, se 60% dos 500 mil proprietários que sofreram com estes tipos de crime conseguirem recuperar seus automóveis, isso representará que 200 mil pessoas não verão mais seu veículo.

Por isso, especialistas recomendam que os motoristas entrem em modalidades de seguro que ofereçam benefícios principalmente em questões como roubos e furtos. Se levarmos em consideração que mais de 2 milhões de veículos foram levados nos últimos cinco anos, facilmente notaremos a importância do seguro contra roubos para o seu automovel.

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